Quem sou eu

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Nascido em 15/06/1964, sou um dinossauro me aventurando em um mundo essencialmente de jovens.
No entanto, sou um homem moderno, light, portanto insosso e incapaz de sintetizar essa enorme massa de informação a que tenho acesso. 

Viajante do Google Street View.

Já perdi o que nunca tive.
Tenho saudades de um tempo em que nunca vivi.
Tenho saudades de lugares onde nunca estive.

Estou praticamente certo de que eu não sou daqui, ou estou deslocado no tempo ou no espaço, ou em ambos os dois.

Rádio Absolute 80´s

Separador

quinta-feira, dezembro 09, 2010

From Kibe Loco



Executar o idioma já executou, e o fez com muita propriedade.
Pode me chamar de medroso, mas eu não tenho coragem de contrata-los, sei lá se ele quis dizer "O executamos em seu ambiente"...
Perceba que há um "O" entre "Marcenaria" e "Rodrigo", ele pode te-lo colocado antes de "Rodrigo" propositalmente, veja que ele põe o "O" em evidência entre pontos (.O.).




Vou querer um "roquidogi" para comer agora.
Quero a paradinha de "frago" para viagem.
O "sausisão" estou fora!





Algumas dúvidas:
Por que o sinal de igual antes do "SI"?
Qual é o da virgula?
"TL"?
Essa seta indica específicamente o 22? Por que?
Essa "numeraiada" toda é o valor desse "Eucalipido"?
Se for, "caiaio", essa "pranta" é "di oro"?

segunda-feira, outubro 04, 2010

Fenômeno Tiririca.

Há quem diga que, o que aconteceu nesta eleição em relação ao Tiririca é um protesto dos eleitores, daqui de onde olho me parece uma babaquice dos eleitores.

Penso que protesto mesmo seria não comparecer às urnas.
Ai sim, a chance de a politica ser repensada seria maior.
Votar em um famoso como protesto faz com que este "carregue" alguém que o babaca, digo, protestante não queria ver eleito.

Mas os que "protestam" não podem deixar de votar porque o voto é um direito do qual não podemos abrir mal sem que sejamos penalizados por isso.

Todo ano eleitoral tentam me convencer de que o voto é, ao mesmo tempo, um direito e um dever.
Não dá, um esta em oposição ao outro
Já tentei entender isso, mas tico e teco quase enlouqueceram.

Quem é mais nocivo?

Quem "vende" o voto ou quem "vota para não perder o voto".

Ouvi de um universitário, dentro de uma universidade, que ele votaria em uma determinada pessoa "para não jogar o voto fora".

É, tem razão. É irritante.
Mas infelizmete ainda existe quem tem essa mentalidade.

Isso sem falar em que vota na beleza física do(a) candidato(a).

Votei!

Pronto!

Exerci meu "direito" de voto.
E nesse execício de direito pude perceber algumas coisas:

. A maioria das mulheres foram de bolsa, as que não foram de bolsa estavam com carteira feminina (que não é pequena) na mão.
. A maioria dos homens tinham no mínimo dois bolsos, a minha bermuda tinha 8 bolsos.
. Ninguém foi à urna de sunga ou biquini.

E dai?
Dai que não vi dificuldades em levar dois documentos para votar.
Essa história da obrigação e desobrigação de apresentar dois documentos é, ao meu ver, mais uma das palhaçadas aprontadas para cima de nós.
A lei da ficha limpa que interessa mesmo, deixaram para discutir em cima da hora para não dar tempo de tomar decisões definitivas.
Essa lei (espero que eu esteja enganado) certamente sera mais uma sem efeito.

O processo de votação é rápido, eu gastei um minuto, quarenta e quatro segundos e treze décimos entre entrar na sala, apresentar os documentos, aguardar dois eleitores votarem, votar e sair da sala.
Mas é claro que sempre há alguém que se atrapalha.
E eu tenho uma ideia para agilizar o processo: PEN DRIVE.

Isso mesmo, coloca-se um dispositivo USB na urna onde o eleitor "espetará" uma pen drive contendo um arquivo texto (chamado MeuVoto.TXT, por exemplo) cujo conteúdo será os códigos dos candidatos na sequencia de votação.
Você esta certo em pensar que "quem tem hoje dificuldades para votar terá dificuldade para conectar a pen drive".
Porém, você há de concordar que é mais fácil de treinar alguém para "espetar" uma pen drive do que ensina-lo a digitar os códigos na urna.
É claro, há que se padronizar a disposição do dispositivo USB.

terça-feira, junho 15, 2010

Vamos lá Brasil!

É hoje que a SELEÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL vai calar a boca dos que pensam e dos que pensam que pensam que ela foi mal escolhida.

Se alguém ainda não sabe, o nome do técnico da Seleção Brasileira é Carlos Caetano Bledorn Verri, não é João, Antonio, José, Pedro, ou qualquer outro que seja.

Espero que os que entoam o mantra "dunga é burro", pelo menos o faça por terem chegado a esse pensamento por sí só e não por serem meros repetidores.

sábado, maio 29, 2010

Legalize já, legalize já.

Como o assunto sobre a legalização da maconha voltou à baila, resolvi dizer o que penso a respeito.

Eu não tenho nenhum motivo para ser a favor, não sou viciado, não sou traficante, não sou associado ao tráfico e não me beneficio de nenhuma forma do uso ou comércio de drogas.

Tenho sim, motivos para ser contra, motivos estes que são filhos, neto, sobrinhos...
Porém, ver tanta gente boa, “letrada”, gente do calibre de FHC, defendendo a legalização me faz pensar: “O que eu não estou vendo?”.

A minha opinião é contraria, mas, mesmo minha opinião própria sendo minha mesmo, é possível que eu a mude se alguém me esclarecer como, de fato, a legalização da maconha vai amenizar os males causados pelo da mesma. Se alguém conseguir isso, mudo de opinião sem problemas, pois, não é vergonhoso mudar de opinião, vergonhoso é não ter uma.

Muitos defendem a legalização alegando o uso medicinal, mas, para este caso não bastaria autorizar o médico a emitir uma receita?

Na verdade, não vejo o porque de tanto esforço para legalizar a venda da maconha, já que o uso não é um crime.

Pois bem, uma vez a maconha legalizada, qual será a política para:

1 - Comercialização?
Eu poderei vender na minha casa?
Se eu puder, meus vizinhos também poderão, todos poderemos.
Bem, digamos que na quadra onde moro, eu e mais quatros pessoas nos estabeleçamos e na quadra da frente ocorra o mesmo, isso será um problema, CONCORRÊNCIA.
Como sou pacífico não eliminarei minha concorrência mandando bala nela. Mas, e a concorrência, vai me poupar?

E os traficantes, digo, comerciantes já estabelecidos?
Estes não tem fama de serem pacíficos.

Hummm..., daqui de onde olho não vejo diminuição da violência.

2 – Consumo, como funcionará a coisa?
Decretada a legalização, haverá um desinteresse pelo consumo?
O governo vai distribuir kit ou bolsa maconha, fazendo com que os viciados parem de roubar/matar para sustentar o vício?
Teremos menos famílias sofrendo com um membro viciado?
Se houver uma diminuição no consumo será bom também para a saúde pública, uma vez que o estado tem dificuldades para nos atender.

3 – O que um pai ou uma mãe pode fazer contra o cabra que venderá maconha em frente a sua casa ou em frente a escola na qual o seu filho estuda?

Pouco podemos fazer hoje...

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Hoje (06/11/2017) precisei atualizar o Whatsapp mas sempre recebia uma mensagem dizendo: " Ocorreu um erro de servidor. Tente novamente...