Quem sou eu

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Nascido em 15/06/1964, sou um dinossauro me aventurando em um mundo essencialmente de jovens.
No entanto, sou um homem moderno, light, portanto insosso e incapaz de sintetizar essa enorme massa de informação a que tenho acesso. 

Viajante do Google Street View.

Já perdi o que nunca tive.
Tenho saudades de um tempo em que nunca vivi.
Tenho saudades de lugares onde nunca estive.

Estou praticamente certo de que eu não sou daqui, ou estou deslocado no tempo ou no espaço, ou em ambos os dois.

Rádio Absolute 80´s

Separador

quinta-feira, dezembro 12, 2013

Delphi - Atualização de dado usando ClientDataSet.

Sei que esse componente é antigão, mas, como somente agora eu estou usando o dito cujo, é bem possível que alguém mais passe a usa-lo daqui para frente.

Enfrentei um problema no momento do UPDATE.
O sistema me mostrou a seguinte menagem:
"Unable to find record. No key specified"

Vasculhando os grupos de discussões encontrei a resposta.

Não sei a razão técnica disto, mas, para resolver tal problema é necessário adicionar os campos nos componentes SQLQuery e ClientDataSet e em seguida setar para TRUE os ProviderFlags pfInUpdate, pfInWhre e pfInKey dos campos chaves, tanto no SQLQuery quanto no ClientDataSet.
Além disso me recomendaram setar o UpdateMode do DataSetProvider para upWhereKeyOnly.

É isso.

segunda-feira, abril 29, 2013

Perdeu.


Toda vez que se fala em ser favorável à pena de morte, pedras voam em direção a quem se posiciona a favor.
É sempre a mesma ladainha:

"No Brasil, só morrerá pobre".
"Vão matar inocentes. Temos nos Estados Unidos das Américas, os casos Hauptmann e Sacco e Vanzetti".
É em cima disto que eles se alastram.
Se você olhar direito, verá que existem pobres e ou inocentes morrendo o tempo todo, e pelas mãos dos marginais.
Será que nos EUA, o número de executados somados aos que estão no corredor da morte chega a 1/3 do número dos que foram mortos pelas mãos de marginais?
Tivemos nos Estados Unidos do Brasil, segundo levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, 15 latrocínios em FEV/2013 e 10 em MAR/2013, e isso apenas na capital (G1).

Para alguém ser condenado à morte pela justiça este precisa ser julgado e seu advogado não conseguir provar a sua inocência.
A pena de morte, a condenação, a sentença e a sua execução resultam da aplicação de uma lei em conformidade com os ritos e as regras de um processo da justiça criminal ou militar.
A execução não é sumária.

"Só deus pode decidir quem deve morrer". (Gn 9:6; Lv 24:17; Rm 13:1-5; Ap 13:10, and so on).
Tsc, tsc, tsc.
Essa frase é absurda em toda a sua extensão.
Partindo desta premissa, meu caro cristão, o “dimenó” que matou o estudante após este ter entregado o celular e não ter reagido é um deus, pois ele decidiu que o estudante devia morrer.
Igualmente deus é aquele que espancou até a morte uma idosa.

Invocam também a Carta Magna.
A OAB surge de peito estufado.
Direito dos Manos se alvoroça.

"A pena de morte é cruel!", gritam os paladinos dos Direitos do Manos.
Pela vontade deles, todos os presídios seriam derrubados, pois, chegam a comparar um sequestrado mantido em cativeiro com um prisioneiro mantido em uma prisão.

Falando em “dimenó”, ouvi um politico se posicionar contra a redução da idade penal sob a alegação de que prendendo um, ele irá para a “escola do crime”.
“Cumpadi”, “cumpadi”, se um menor for preso por matar alguém é porque ele JÁ É um criminoso.
Ops, não posso chamar “dimenó” de criminoso pois, este não comete crime, mas sim, ato infracional.
Sei...
Quando um “dimenó” mata alguém ele não assassinou a vítima e sim cometeu um ato infracional.
Certo, então a vítima não morreu?
Alias, posso chamar de vítima ou existe uma denominação específica?
Penso que crime é crime, que alguém que morre pelas mãos de um "dimenó" não esta menos morto do que um que morre pelas mãos de um adulto, mas, vai saber né?
Outro politico esbravejou: “Não podemos reduzir a idade penal porque os menores estão sendo recrutados para cometer crimes”.
“Cumpadi”, ô, “cumpadi”, “si ligui mermão”, por que será que os menores estão sendo recrutados?

O ser humano é mal por natureza.

A pena de morte não é uma solução, bem sabemos, tão pouco traz intimidação ao bandido, sabemos disso vendo os EUA.
Mas, é justo poupar a vida de um ladrão que tirou a vida de sabe se lá quantos para retirar deles bens conquistados honestamente?
A nossa hipocrisia nos leva a dizer que sim.
Protegemos um criminoso e abandonamos a família da vítima deste.

A pena de morte não acaba com a marginalidade, mas temos a certeza de que aquele individuo estará fora da sociedade para sempre, sociedade alias para qual ele não fará falta.

Faça de conta que a pena de morte não é aplicada a quem rouba uma lata de sardinha ou saqueia uma carreta de mantimento que tombou na estrada, nem mesmo a quem atropela uma pessoa (talvez a quem atropela um cachorro).
Faça de conta que a pena de morte não é sumária e que talvez o condenado mesmo no corredor da morte tenha a chance de provar a sua inocência, chance que eles não dão à suas vítimas.
E então, pense em considerar que a pena de morte deva ser aplicada, pelo menos a quem mata para roubar (ou depois de ter roubado).

sexta-feira, fevereiro 01, 2013

Fora da faixa.

Em um tempo que deixou saudades, Chico Buarque de Holanda cantou: "Morreu na contramão atrapalhando o tráfego...".

Este post não trata de contramão e sim de "Faixa de pedestre".

Para o defunto, tanto faz se ele morreu na faixa de pedestres ou fora dela.
Autoridades estufam o peito e falam em multar pedestres que atravessam fora da faixa.

Dizem isto porque não andam a pé, principalmente em horários de pico.
Sugiro que se disfarcem de cidadão comum e experimentem atravessar na faixa...
Especialmente em vias de pista dupla.
Nestas, quando o condutor da direita para , o fluxo da esquerda continua.
E fica uma situação interessante, na qual o motorista parado (sem perceber que o fluxo da esquerda continua) fica olhando para o pedestre que não atravessa, o que provoca a ira do condutor que esta logo atras do carro que parou.
Buzina na certa.
Além do mais, quem atropelar alguém que esta fora da faixa não faria diferente se este nela estivesse.
O corpo humano é tão frágil em cima da faixa quanto fora dela.

Caro condutor, se você ver alguém parado em frente a uma faixa de pedestres, mesmo que na calçada, a chance de esse alguém querer atravessar a rua é grande, enorme, eu diria.
Se este alguém estiver em cima da faixa, mesmo que na beira da pista, a change de ele querer atravessar a rua é gritante. Dificilmente alguém estaria ali de bobeira.
Se este alguém não estiver no meio da pista é porque teme ser atropelado, e se a faixa é de exclusividade do pedestre,  pare, por favor, não espere que alguém se lance em frente a um veículo em movimento.

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Hoje (06/11/2017) precisei atualizar o Whatsapp mas sempre recebia uma mensagem dizendo: " Ocorreu um erro de servidor. Tente novamente...