Quem sou eu

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Nascido em 15/06/1964, sou um dinossauro me aventurando em um mundo essencialmente de jovens.
No entanto, sou um homem moderno, light, portanto insosso e incapaz de sintetizar essa enorme massa de informação a que tenho acesso. 

Viajante do Google Street View.

Já perdi o que nunca tive.
Tenho saudades de um tempo em que nunca vivi.
Tenho saudades de lugares onde nunca estive.

Estou praticamente certo de que eu não sou daqui, ou estou deslocado no tempo ou no espaço, ou em ambos os dois.

Rádio Absolute 80´s

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sábado, maio 29, 2010

Legalize já, legalize já.

Como o assunto sobre a legalização da maconha voltou à baila, resolvi dizer o que penso a respeito.

Eu não tenho nenhum motivo para ser a favor, não sou viciado, não sou traficante, não sou associado ao tráfico e não me beneficio de nenhuma forma do uso ou comércio de drogas.

Tenho sim, motivos para ser contra, motivos estes que são filhos, neto, sobrinhos...
Porém, ver tanta gente boa, “letrada”, gente do calibre de FHC, defendendo a legalização me faz pensar: “O que eu não estou vendo?”.

A minha opinião é contraria, mas, mesmo minha opinião própria sendo minha mesmo, é possível que eu a mude se alguém me esclarecer como, de fato, a legalização da maconha vai amenizar os males causados pelo da mesma. Se alguém conseguir isso, mudo de opinião sem problemas, pois, não é vergonhoso mudar de opinião, vergonhoso é não ter uma.

Muitos defendem a legalização alegando o uso medicinal, mas, para este caso não bastaria autorizar o médico a emitir uma receita?

Na verdade, não vejo o porque de tanto esforço para legalizar a venda da maconha, já que o uso não é um crime.

Pois bem, uma vez a maconha legalizada, qual será a política para:

1 - Comercialização?
Eu poderei vender na minha casa?
Se eu puder, meus vizinhos também poderão, todos poderemos.
Bem, digamos que na quadra onde moro, eu e mais quatros pessoas nos estabeleçamos e na quadra da frente ocorra o mesmo, isso será um problema, CONCORRÊNCIA.
Como sou pacífico não eliminarei minha concorrência mandando bala nela. Mas, e a concorrência, vai me poupar?

E os traficantes, digo, comerciantes já estabelecidos?
Estes não tem fama de serem pacíficos.

Hummm..., daqui de onde olho não vejo diminuição da violência.

2 – Consumo, como funcionará a coisa?
Decretada a legalização, haverá um desinteresse pelo consumo?
O governo vai distribuir kit ou bolsa maconha, fazendo com que os viciados parem de roubar/matar para sustentar o vício?
Teremos menos famílias sofrendo com um membro viciado?
Se houver uma diminuição no consumo será bom também para a saúde pública, uma vez que o estado tem dificuldades para nos atender.

3 – O que um pai ou uma mãe pode fazer contra o cabra que venderá maconha em frente a sua casa ou em frente a escola na qual o seu filho estuda?

Pouco podemos fazer hoje...

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